
Design: Desenvolvimento de Projeto para Produto Ecocompósito (fibra de piaçava + resina de mamona)
O objetivo deste estudo é gerar conhecimentos sobre como melhorar, refinar e variar o compósito produzido com fibra de piaçava com a resina de mamona para uso no projeto de produtos industriais. Essa tese visa demonstrar a trabalhabilidade do ecocompósito durante o processo de fabricação de itens para cozinha. Entretanto, sugere-se também o uso em acabamentos de exteriores e interiores de projetos arquitetônicos.
As seguintes ações serão tomadas para formas os objetivos secundários:
(i) aprender sobre o trabalho de cooperativas de beneficiamento e comercialização da piaçava; (ii) examinar os princípios de design em relação à sustentabilidade ecológica e econômica; (iii) revisar pesquisas sobre a viabilidade do uso de ecocompósitos em projetos de produtos; (iv) comparar a trabalhabilidade dos processos de fabricação de artefatos feitos com o ecocompósito e madeira.


Design: abrandamento de bloqueios criativos em reuniões de projeto no âmbito da vulnerabilidade socioambiental
O objetivo principal deste trabalho é a apresentação de conjunto de orientações que permita mitigar conflitos criativos durante reuniões de projeto. A contribuição está em cartilha que contém princípios de conduta gerencial para a orientação de designers (graduados ou não) que se reúnem com fins de identificar (definir/delimitar) problemas; e de preparar (direta/indiretamente) estratégias de como resolvê-los, particularmente, em comunidades em situação de vulnerabilidade socioambiental. Dentre os objetivos secundários, destacam-se: (i) apresentar listas de aspectos educacionais que facilitam o surgimento de bloqueios à criatividade; (ii) apresentar classificações dos tipos de reuniões de projeto mais comuns à orientação de solução de problemas em comunidades vulneráveis socioambientalmente. (iii) apresentar características de perfis culturais e profissionais dos participantes dessas reuniões; (iv) apresentar as táticas procedimentais criativas e técnicas operacionais projetuais capazes de mitigar o risco de insucesso em ações de melhoria de dadas comunidades; (v) apresentar estudos de estágios do desenvolvimento de projetos; etapas e fases do processo criativo para localizar pontos de conflitos; (vi) apresentar as principais ideias e comportamentos para desempenho exemplar em reuniões de projeto de produto; (v) apresentar aspectos de expressão gráfica humana como forte instrumento de registro de ideias em reuniões de projeto; (vi) apresentar códigos referenciais de conduta criativa e projetual, cujos modelos, em outras comunidades, produziram efetivos resultados criativos.


Design, territorialidades e antropoceno
A linha desenvolve pesquisas que investigam o fazer design no Antropoceno, o habitar e as territorialidades, junto a áreas como antropologia, filosofia, arquitetura, urbanismo e arte.

Design, teoria e crítica

Design, Tecnologia e Sociedade

Design, política e subjetivação
A partir de uma compreensão sobre as implicações políticas do design, esta linha busca investigar as relações do campo com o pensamento projetual e os processos de produção de conhecimentos, subjetivação e transformação social nas sociedades contemporâneas.

Design, Informação e Linguagens Visuais

Design, história e memória gráfica
Projeto de pesquisa que trata de abordagens históricas do design que situam-se tanto no sentido crítico de reinterpretação do passado para significação do presente e projeção do futuro, como na aproximação de fenômenos recentes para a compreensão da experiência do tempo atual. Busca-se conexões entre as técnicas de produção e possibilidades expressivas do design, na interpretação de linguagens visuais do passado e do presente, situadas em seus contextos de uso e práticas sociais. Através da identificação e análise de manifestações gráficas e da cultura material como objetos centrais de pesquisa, objetiva-se a investigação e reflexão sobre práticas projetivas, de circulação ou de consumo de artefatos de design, contribuindo para a visibilidade de técnicas e temáticas que atuam na articulação de identidades e processos culturais de significação. Valoriza-se especialmente a promoção e memória do design brasileiro em suas origens e manifestações menos conhecidas na historiografia tradicional desde o século XIX até os dias atuais.


Design, heteronormatividade e condições de trabalho: reflexões sobre corpo, gênero e precarização do designer
O presente trabalho tem por objetivo delinear as maneiras através das quais o design atua como um agenciador de identidades heteronormativas que servirão ao modelo heterocentrado do qual se retroalimenta o capitalismo. A pesquisa busca, ainda, evidenciar como a classe de designers se vê refém de uma agenda de precarização do trabalho que a impede de ter qualquer autonomia intelectual sob sua produção, sendo conformada a atender às demandas da classe contratante que, em geral, se compromete exclusivamente com os lucros do que produz. Ao longo dos capítulos, analisarei questões relativas à heteronormatividade no design, condições de trabalho, raça, classe social e o cotidiano em uma escola de design. A partir destas observações, acessaremos reflexões que conjugam estas análises no intuito de entender como a precarização do designer trabalha a favor da manutenção de um sistema capitalista heteronormativo.


Design, gestão e inovação
Nesta linha são desenvolvidas pesquisas com ênfase em inovação e serviços, investigações sobre modos de gestão do conhecimento e processos decisórios.

Design, Ensino e Sustentabilidade
O objetivo deste projeto é elaborar uma atividade pedagógica que aborda a sustentabilidade em cursos de design. Através de uma abordagem de ensino ativo, foram desenhados e testados cinco exercícios, que apresentam ferramentas e conceitos de um projeto sustentável. Também foi elaborado um momento de discussão sobre o conteúdo trabalhado, como complemento do processo de aprendizado iniciado com a execução dos exercícios.
O projeto foi elaborado em um contexto mundial em que se torna de extrema necessidade discutir o modelo de ensino não presencial e trabalhar propostas para essa modalidade. Em um momento em que podemos observar cada vez mais o impacto da ação humana no meio ambiente, a defasagem da discussão de sustentabilidade nos cursos de design se mostra insustentável.
Para o conjunto de objetivos foram usados como referências, textos que debatem propostas de ensino ativo que se opõem ao modelo de ensino tradicional, o modelo econômico atual e que discutem a relação do ser humano com a natureza. Essas referências, junto a minha experiência como estudante de design na academia e no mercado de trabalho, foram usadas para a idealização e confecção de toda a atividade.


Design, Educação

Design, Desenho industrial e Planejamento

Design, Desenho industrial e Planejamento

Design, democracia e cidadania: a experiência do Círculo de Cidadania do Bairro de Fátima e Vizinhanças no Rio de Janeiro
Questões sobre democracia, cidadania e participação popular têm sido temas frequentes não apenas nos debates políticos, mas vêm despertando interesse inclusive no campo do Design devido à introdução de perspectivas críticas acerca dos impactos socioambientais causados pela sua atividade. Alguns efeitos dessas reflexões podem ser percebidos nos constantes processos de atualização do campo, que transformaram o fazer design em uma multiplicidade de práticas, metodologias e finalidades, deslocando sua atenção para pensar a elaboração até mesmo de espaços, paisagens, cidade e cultura. Nesse novo cenário, as práticas participativas e colaborativas do Design vêm ganhando destaque e têm sido pensadas por diversos teóricos e profissionais do campo como abordagens capazes de auxiliar a constituição de uma democracia feita de baixo para cima, ensejando, assim, um vasto campo de investigações sobre processos de democratização da democracia. Desse modo, podemos perceber um Design mais próximo das questões sociais e mesmo de instituições públicas, onde algumas de suas práticas vêm sendo experimentadas no sentido de promover tanto processos projetuais mais abertos e participativos, como a elaboração de espaços políticos democráticos capazes de acolher a disputa e o dissenso como aspectos fundamentais na construção das questões que concernem à coletividade. Por outro lado, temos visto a emergência de múltiplas iniciativas sociais autônomas no território da cidade que ainda que de modo mais experimental e intuitivo procuram experimentar modos colaborativos e participativos de fazer política e de lutar pelo direito à cidade pela via da democracia direta e da cidadania. A partir das aproximações entre Design, democracia e cidadania, essa pesquisa visa explorar os pontos de contato entre as abordagens participativas e colaborativas do campo do design e as práticas experimentais realizadas em uma iniciativa cidadã na qual a pesquisadora participou durante dois anos no Rio de Janeiro: O Círculo de Cidadania do Bairro de Fátima e Vizinhanças. Desse modo, esse trabalho procura investigar como e em que medida as práticas de design podem contribuir para o engajamento cidadão nos debates e nas ações que concernem à coletividade e para a constituição de espaços políticos democráticos. Além disso, investigaremos como as experiências de democracia, cidadania e participação vividas em campo extrapolam os limites do Design, provocando processos de ressignificação de suas atividades, usos e funções em práticas micropolíticas mais experimentais.


Design, cultura e visualidade
Essa linha reúne pesquisas que refletem sobre diferentes manifestações e meios da visualidade e tecnologias da imagem, bem como as relações do design com a história e a cultura material; aproxima as artes visuais de tecnologias digitais e investiga processos de imagem em movimento, produção gráfica, visualização de dados, inteligência artificial e design de interfaces.

Design, Cultura e Sociedade

Design, Cultura e Artes

Design, Ciência e Tecnologia

Design, Arte e Filosofia

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design voltado para crianças

design universal

Design Thinking e Inovação, com Juliana Paolucci
Afinal, o que é Design Thinking? No que essa abordagem se difere do que sempre foi feito no campo do design? Por que o termo tem sido mencionado em outras áreas do conhecimento? Mesclando teoria e prática, neste curso visa-se abordar essas e outras questões, além de fomentar o pensamento crítico acerca do design como propulsor da inovação.