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Daltonismo

Dalia Kauffman Schiper Akstein

Daisy Maria Peregrino Silva

Da inovação social à imaginação coletiva: novas formas de engajamento e participação e suas correspondências com o ensino e a pesquisa em design (projeto vinculado à bolsa Prociência)

O projeto tem por objetivo dar continuidade à agenda de pesquisa levada a cabo por esta pesquisadora no Laboratório de Design e Antropologia, e que investiga as possibilidades de conjugação entre modos de produção de conhecimento próprios ao design e à antropologia, considerando também suas aplicações a situações e contextos de ensino e pesquisa, buscando assim por alternativas para o ensino e a pesquisa em design. Os principais objetivos do projeto são: 1) investigar as possibilidades teóricas e práticas de conjugação de modos de produção de conhecimento em design e em antropologia; 2) reunir dados primários e secundários sobre novos modos de engajamento e participação; 3) avaliar as possibilidades de correspondência entre esses modos de engajamento e participação e processos de ensino e pesquisa em design; 4) problematizar a noção de inovação social, avaliando as possibilidades de tensioná-la à luz da comparação com a categoria de imaginação coletiva.

Da imagem estática à representação gráfica de movimento: uma análise comparativa das estratégias de composição visual e das convergências estéticas entre o painel das histórias em quadrinhos e o quadro cinematográfico a partir de “Persépolis” (2000) e “Tungstênio” (2014)

As histórias em quadrinhos se propõem a traçar narrativas de forma visual, a partir de um léxico muito próprio de signos e de contratos estipulados com o seu leitor. Numa posição ativa de construção de sentido, quem as consome se vale essencialmente de “imagens pictóricas e outras justapostas em sequência deliberada destinadas a transmitir informações e/ou a produzir uma resposta no espectador” (MCCLOUD, p. 9). Em se tratando de uma produção gráfica estática, a fruição de movimento completo dos personagens, portanto, se dá a partir da elipse entre os quadros. É de extrema importância que o leitor esteja disposto a trabalhar ativamente para trazer vida ao escopo narrativo completo da obra. É, portanto, inegável a relação entre forma e conteúdo na construção narrativa, estética e estilística da obra. Os quadrinhos operam como meio – e não como gênero, importante frisar – e deliberadamente se apropriam das particularidades de sua linguagem como ferramentas narrativas. É de suma importância nesse momento direcionar nosso foco para o objeto de estudo do presente trabalho: a relação estética traçada entre o design do quadro na arte sequencial – convencionado como “painel”, tradução do “panel” (EISNER, 1989) – e o do quadro cinematográfico – do inglês “frame” – dela adaptado. A relação entre a sétima e a nona arte parte de sua realização fundamental, desde a proposta embrionária de representação fiel de movimento a partir dos fotogramas sequenciais de Muybridge em 18781. A película projetada nada mais é que a exibição de vinte e quatro fotogramas por segundo, um seguido do outro, utilizando-se da relação íntima de proximidade entre um fotograma e outro para criar no espectador a ilusão de movimento – extrapolando o fator hipnótico da representação do real (BENJAMIN, 1994), “real” este perfeitamente aplicável à movimentação de agentes físicos no espaço filmado. A análise das engrenagens e técnicas necessárias à tecnologia do cinema pelo prisma de sua realização revela, no entanto, que a cinesia filmada não é real. É, pelo contrário, simulada no espaço vazio da ínfima fração de segundo entre um fotograma e outro – fotogramas tais cuidadosamente desenhados e estruturados para simultaneamente congelar a ação no tempo e dar vida ao seu movimento pela sequencialidade. É similar a construção feita nos quadrinhos: o movimento é efetivamente criado pela atividade do leitor de percorrer a página com os olhos e imaginar, completando os espaços entre os painéis, o local onde a ação se desenrola e vira realidade (EISNER, 1989).

Da Abstração ao Neoconcretismo: Uma Homenagem a Décio Vieira

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26 mai 2017

D&AD New Blood Award 2017

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28 out 2016

D.O._de_18.11.2022___pag._34.pdf

D.O._de_16.11.2022___pag._46.pdf

Cyntia Santos Malaguti de Souza

Cyntia Motta de Oliveira Martins

Cynthia Santiago Barbosa Bravo

28 jun 2018

Cyborgs e outros alter egos

Exposição e palestra de Zaven Paré, professor e pesquisador do PPDEsdi/UERJ

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