Processo seletivo

Gil Guigon Machado de Araújo

Gil Fernandes da Cunha Brito

Gil André Haguenauer

Gianny Santana

Gianna Gobbo Larocca

Gestão tecnológica em design

Gestão do design: desenvolvimento de competências para o Designer-gestor
O design é visto como fator de diferenciação de produtos e serviços, e vem contribuindo também com o desenvolvimento e inovação de processos sociais, ambientais, tecnológicos e culturais. À medida que novos campos de atuação vão surgindo, são atribuídas novas responsabilidades ao Designer. O aumento do número de informações dentro de um projeto, a inserção de outros grupos profissionais e a necessidade de comunicação junto aos clientes indicam que a atividade profissional deve se adaptar. Competências de gestão de projetos e comunicação são requeridas para atuar de forma produtiva em grandes equipes e distintas estruturas organizacionais. Os coordenadores de projetos, porém, têm pouco conhecimento de gestão. São colocados nessa função por sua experiência desenvolvendo projetos. Uma vez gestores, se veem diante de responsabilidades diferentes, como gestão do fluxo de trabalho, gestão de pessoas, manutenção do relacionamento com as diversas esferas do projeto (integração entre equipes, interfaces com 'quem aprova', necessidade de trabalhar em conjunto com outros grupos, etc.). Surge, portanto, a figura do gestor de design ou Designer-gestor. O objetivo desse trabalho é definir as competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) necessárias para o exercício dessa nova função. Foi escolhido como método a Design Science Research, porque esta sistemática propõe aproximação entre desenvolvimento teórico e problemas de ordem prática. O referencial teórico é composto por três pilares: conceitos de Engenharia, Administração e Gestão do design. Foram realizadas entrevistas semistruturadas com gestores de design. A união desse material resultou no Modelo de Competências para o Designer Gestor, um artefato que contêm as competências necessárias para que o designer atue como gestor. O Modelo está organizado em: Competências de design (Gerais e Específicas), Competências gerenciais (Controle e organização de projetos, Pessoas e Comunicação) e Competências de perspectiva. O modelo passou por uma etapa de validação, que permitiu que alguns ajustes fossem feitos. Este modelo contribuirá na formação de novos profissionais e poderá ser utilizado por Designers como balizador das competências que precisa desenvolver para gerir projetos, identificar seus pontos fortes e as competências que precisam ser desenvolvidas. Para empresas, o modelo pode ajudar a definir funções para abertura de cargos de gestão em design.

Gestão do design

Gestão de Projetos

Gestão de Processos e Projeto: Análise da Gestão em Projeto de Arquitetura
Com a intenção de apresentar conceitos fundamentais a serem desenvolvimentos pelos stakeholders (primeiramente), será utilizado como base para esse estudo as boas práticas de Gestão de Projeto e metodologias descritas no Guia PMBOK, e a partir da gerência de projetos, promover melhorias de qualidade de serviços prestados, e assim melhoria na qualidade do produto entregue uma vez que pode-se obter redução de custos e prazos; aumentando a capacidade de competitividade no mercado.

Gerson Levy Lessa

Gerson de Azevedo Lessa

Geraldo Orthof Pereira Lima

Geraldo Alves Moreira Pinto Filho

Geolocalização, redes sociais e dispositivos móveis: proposta de sistema gráfico
A geolocalização, os dispositivos móveis cada vez mais sofisticados e eficientes e a disponibilidade instantânea de mapas de todos os lugares do mundo, permitiram o desenvolvimento de novos aplicativos, os chamados serviços baseados em geolocalização; além disso, as redes sociais online têm se consagrado como ferramentas de relações entre pessoas. A combinação destas tecnologias levou ao surgimento de programas como o Foursquare, que alcançou a marca dos 30 milhões de usuários em 2013, quatro anos depois de seu lançamento, o que mostra a importância deste tipo de aplicativo; através do estudo destes aplicativos, observa-se a valorização da vizinhança como fator de afinidade social. Da análise dos elementos de wayfinding, depreende-se que a cidade incorpora marcos com valor emocional. Ao final, é proposto um sistema gráfico que torne visíveis estas referências emocionais.

Gaspar Saldanha Neto

Gangorra de Emoções Um jogo para discutir ansiedade

Gamboa: O tempo em alto contraste
O bairro da Gamboa, situado na zona portuária do Rio de Janeiro, é um territóriopro fundamente marcado por sua rica história e por dinâmicas sociais, culturais e urbanas que atravessam séculos. Desde o século XVIII, sua localização estratégica próxima ao porto conferiu-lhe importância no cenário econômico e social da cidade. Ao longo do tempo, a Gamboa tornou-se um território de confluência de diferentes populações, culturas e histórias. No entanto, também foi palco de episódios que expõem as contradições da modernização e do progresso, como a escravização, a segregação social e a descaracterização urbana.
No contexto contemporâneo, a Gamboa enfrenta desafios relacionados à preservação de sua memória e identidade em meio aos processos de urbanização e requalificação, como o projeto Porto Maravilha. Iniciativas culturais e educativas buscam resgatar as memórias históricas do bairro, promovendo a valorização de sua rica herança. Nesse sentido, o projeto “Gamboa: o tempo em alto contraste” propõe uma abordagem para conectar passado e presente do bairro. Por meio da criação de conjuntos de cartazes lambe-lambe, afixados em pontos estratégicos da Gamboa, o projeto apresenta contrastes visuais e narrativos entre o que o bairro foi e o que é hoje. A proposta busca ampliar o acesso à memória local, valorizar a identidade cultural da Gamboa e estimular novas formas de engajamento com a história urbana do Rio de Janeiro.

Gambiarra: adaptações criativas de elementos do dia-a-dia
Esse estudo busca compreender a criação/adaptação artesanal de artefatos e suas relações com o desenho industrial, analisando a prática da gambiarra e suas proporções na sociedade moderna. Trata-se de uma análise da cultura material, com reflexões sobre consumo, uso de recursos e questões socioeconômicas. Combinar os conceitos de design com a observação dessas soluções não convencionais nos traz novas perspectivas quanto a relação dos usuários com os artefatos industriais; uma vez que propriamente identificados agregam grandes contribuições ao desenvolvimento de produtos e serviços.

Gambiarra adaptações criativas de elementos do dia-a-dia
Esse estudo busca compreender a criação/adaptação artesanal de artefatos e suas relações com o desenho industrial, analisando a prática da gambiarra e suas proporções na sociedade moderna. Trata-se de uma análise da cultura material, com reflexões sobre consumo, uso de recursos e questões socioeconômicas. Combinar os conceitos de design com a observação dessas soluções não convencionais nos traz novas perspectivas quanto a relação dos usuários com os artefatos industriais; uma vez que propriamente identificados agregam grandes contribuições ao desenvolvimento de produtos e serviços.
Palavras-chave: artefatos , artesanato, consumo, desenho industrial, gambiarra,

Gabriella Cristina Gonçalves Carneiro

Gabriela Silveira Reis

Gabriela Rangel Lourenço da Fonseca
