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Logos Cinéticos: Origem e popularização dos logos cinéticos em identidades visuais

Uma investigação sobre a origem e trajetória da animação aplicada a logos. Atualmente a utilização de logos animados por diversas marcas é um fenômeno já naturalizado e aceito pelo público geral, e, não só por isso, apresentam uma tendência clara de aumentar a sua ocorrência. Dessa maneira, os logos cinéticos, ou logos animados, foram avistados como um assunto propício para uma examinação mais detalhada, tanto pela sua trajetória histórica quanto mercadológica. Dividida em duas partes, essa pesquisa é constituída por um relatório e vídeo expositivo que buscam elucidar a história dos logos cinéticos.

Orientado pelo professor Marcos Martins e apresentado a banca avaliadora no dia 18 de Abril de 2023.

2023

Sistema assistencial de emergência para ciclistas

O projeto é um sistema assistencial de emergência para ciclistas (SAEC), o qual é constituído por uma parte física em contato direto com o ciclista, durante o uso, e outra sistémica. O funcionamento principal é monitorar a integridade do usuário e a partir dessas informações do sistema, decisões são tomadas, a nível local ou pelo monitoramento externo ao ciclista. A nível local o produto possibilita a interferência do usuário no sistema a fim de auxiliar na comunicação do nível de gravidade do ocorrido. Já a nível intermediário o sistema conta com a participação de outros usuários os quais também estão inseridos e podem interferir positivamente no sistema. No último nível existe uma central que administra as informações oriundas do sistema de monitoramento, A parte física do SAEC que fica em contato com o ciclista consiste em uma pulseira que contém toda a parte de eletrônica embarcada, que é constituída por um microprocessador/microcomputador responsável pela monitoração dos sensores, envio de dados, visualização e interação com o usuário principal do sistema. Quando acionado o sistema, toda a tomada de decisão local ou externa é baseada em três níveis de gravidade: leve, média e alta.

2023

HERA - Serviço de segurança para mulheres em carros de aplicativo

O presente projeto visa transmitir segurança para mulheres que utilizam carros de aplicativos, facilitando o acesso à comunicação com pessoas de confiança e a segurança pública (policiais), buscando transmitir informações de quando a usuária estiver em algum perigo de forma clara e objetiva.

2023

GRAFFITI: um estudo sobre resistência, subúrbio e pertencimento.

O Graffiti é uma técnica de Arte Urbana difundida inicialmente nos Estados Unidos, nos subúrbios de Nova York, posteriormente, vindo para o Brasil. A arte do graffiti atualmente é forte influência visual em grandes cidades, sendo possível observar diversas intervenções entre regiões periféricas, suburbanas e áreas centrais. O objetivo deste trabalho é apresentar essa técnica tão popular no Rio de Janeiro, atrelando-a aos conceitos de subúrbio, pertencimento, resistência e afeto, possibilitando, através da Oficina de Graffiti, que os participantes possam se expressar enquanto aprendem a técnica de forma didática neste encontro presencial, na ESDI.

2023

Do Teórico ao Prático: visualizando a formação em design pela ótica dos estudantes

O desejo de investigar a educação em design surge da minha experiência pessoal, tanto antes quanto principalmente depois de me tornar estudante da ESDI/UERJ, onde pude me aprofundar e entender este como um processo complexo, que vai além de ensinar como deixar objetos visualmente mais atrativos. Com base nisso, o objetivo principal deste trabalho se delineia em investigar e analisar a educação em design, considerando o contexto social e histórico, mas como trazer a perspectiva dos estudantes da ESDI/UERJ, para esse processo. Destaco a importância, pois estes podem representar contribuições significativas para a elaboração e compreensão dos futuros rumos da educação, uma vez que são especialistas em sua própria experiência. A primeira parte deste trabalho teve como objetivo realizar uma análise teórica sobre o assunto, compreendendo a natureza desses tópicos e fornecendo insumos para a segunda parte do trabalho. Essa segunda parte propõe uma análise do contexto social e histórico relacionado ao debate sobre o futuro da educação em design, examinando seu desenvolvimento e estado atual. Isso se delineia a partir das provocações apresentadas por Meyer & Norman (2019) e Noel et al. (2023). Com base nas percepções desses autores, busca-se identificar métodos do design e das ciências sociais que podem contribuir no delineamento de ações pedagógicas e colaborar com o futuro da educação nesse campo. Na segunda parte, por meio de uma abordagem mais prática, envolvendo pesquisa de campo, apresento o processo de criação, implementação e os resultados de um dispositivo desenvolvido como estratégia gerar percepções que contribuam para o futuro da formação em design, além de promover o envolvimento dos estudantes no debate sobre o tema desta pesquisa. Realizou-se uma sessão generativa para validar se o dispositivo desenvolvido atende a esses requisitos, antes de proceder para a terceira parte deste trabalho, que aborda o desenvolvimento do produto. Apresento como produto da pesquisa um protótipo de alta fidelidade de uma plataforma com visualização dos dados gerados pelo dispositivo, assim como a metodologia aplicada para obtê-los.

2024

Edital de credenciamentos docente para a linha DCV

Está no ar o edital para credenciamento docente para a linha de pesquisa Design, Cultura e Visualidade (DCV).

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09 abr 2026

Maria Eduarda Sabatini Rodrigues Rozetti

Trajetos: humanidades digitais e visualização de dados sobre o impacto do deslocamento na experiência universitária de alunos da ESDI/UERJ

Este trabalho investiga a origem geográfica dos estudantes do curso de Design da ESDI/UERJ, desde sua criação até os dias atuais (1963–2024). Inserido no campo das humanidades digitais, inicia com a coleta e organização de dados sobre os bairros e cidades de origem dos discentes, estruturando um banco de dados que articula informações provenientes do Arquivo ESDI e do DataUERJ. O estudo utiliza a visualização de dados como ferramenta para compreender as dinâmicas de deslocamento e de acesso ao curso, culminando no desenvolvimento de um protótipo interativo que reúne relatos estudantis em formato de áudio e gráficos que evidenciam fatores como o papel das políticas afirmativas na diversificação do corpo discente e o impacto da distância geográfica na experiência universitária. Por fim, são realizados testes com estudantes e professores, que destacam a importância e a relevância do projeto para a compreensão do perfil discente e das condições de acesso ao curso.

2025

Animação: Capas de Revistas Femininas brasileiras - Uma análise por Eduarda Sabatini

Este trabalho investiga como a imagem da mulher foi construída nas capas das revistas femininas brasileiras Claudia, Nova e Elle Brasil, publicadas pela Editora Abril entre 1961 e 1997, articulando fotografia editorial, design gráfico e discursos socioculturais. A análise de nove capas, estruturada em três níveis: visual, discursivo-editorial e sociocultural, evidencia transformações e permanências nos modos de representar a feminilidade, revelando a passagem de um ideal doméstico e conservador para figuras mais urbanas, autônomas e multifacetadas, ainda atravessadas por padrões normativos de comportamento e beleza. Como desdobramento da pesquisa, desenvolve-se uma animação autoral que traduz visualmente esses achados, combinando colagem digital, elementos de design editorial e experimentações com ferramentas de Inteligência Artificial. A obra conecta o legado gráfico das revistas impressas às dinâmicas contemporâneas das redes sociais, refletindo criticamente sobre os processos de construção de representações femininas e sobre o papel da IA no fazer criativo do design.

2025

João Roberto Paula Barbosa

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