
Oficina Gráfica

Oficina imersão em colagem

Oficina Internacional GreenUP@Esdi

Oficina Livre Imagem-Espaço: Cinema e Direção de Arte

Oficina Livre Imagem-Espaço: Cinema e Direção de Arte

Oficina Livre Imagem-Espaço: Cinema e Direção de Arte

Oficina, faça, crie, projete. Uma imersão no processo de mudança em uma escola pública.
O projeto trata-se de uma experiência de desenvolvimento de projeto realizada inicialmente com um grupo de alunos na escola Rui Frazão Soares através da oficina de projeto: Faça, Crie, Projete. A oficina teve como principal objetivo desenvolver a ideia de resolução de problemas no ambiente escolar, promovendo relações de parceria e cooperação, aliadas ao desenvolvimento de certas competências, habilidades e capacidades nos alunos, adquiridas através da “experiência do fazer”, ou “experiência de projetar”, ideia defendida por diversos pesquisadores. A conceitualização dessa oficina foi desenvolvida seguindo a corrente pedagógica de ensino por projeto, pois essa se apresenta como uma alternativa ao ensino tradicional, modelo que faz parte do projeto político-pedagógico da maior parte das escolas públicas no país. Na oficina tivemos o desenvolvimento de um desafio real: pro- mover uma mudança na escola, realizada pelos alunos, ideia proposta nesta oficina pelo tema “mudança no espaço”. Esse desafio se transformou na realização do projeto de montagem da biblioteca anexo aquela escola, que atualmente está em processo de reativação, desenvolvido e administrado por um grupo de voluntários moradores da região. O projeto BEM – Biblioteca Engenho do Mato pretende ser um ponto de leitura, cultura e lazer para o uso dos alunos e moradores da região, um projeto que irá beneficiar diretamente os alunos daquela escola.


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Oficinas

Oficinas de Materiais

Oficinas de metodologia de pesquisa para o Design
Nossa área tem uma tradição forte de metodologia de projeto, e isso causa confusão com a metodologia de pesquisa, que é algo completamente diferente - e por isso nossos pesquisadores não utilizam as ferramentas de investigação necessárias para compreender o design.
Venha aprender mais sobre Metodologia de Pesquisa. Inscreva-se já!
Organização: Marcio Baraco
18/09
25/09
02/10
09/10
sempre as 16h no PPDESDI
tinyurl.com/MetPesqDesign

Oficinas de Verão Coart-Uerj

Oficinas na Semana Design Esdi: Inscrições prorrogadas

ofícios manuais

Ogum

OITIS 55: Um retrato do Design Carioca

Olhos de ver - produção de materiais para educação digital inclusiva sobre a história, a arquitetura e o patrimônio de Petrópolis (RJ)


Omnichannel Retail Project Recommendations: Connecting Channel Management and Cross-Channel User Experience
Os avanços tecnológicos evoluem o comportamento do consumidor através da interação com dispositivos móveis conectados à internet, realidade aumentada, QR- codes, inteligência artificial etc. Assim, a jornada de compra alterna entre os meios físicos e on-line e entre diversos dispositivos para que o cliente consiga o melhor custo/benefício/conveniência de produtos e serviços de maneira fluída e sem barreiras. Consequentemente, os varejistas encontram uma oportunidade de implementar o modelo omnichannel: integrar seus canais de venda para garantir uma vantagem competitiva e a fidelização do cliente (PIOTROWICZ; CUTHBERSON, 2014). Varejo Omnichannel e Experiência do Usuário Cross-channel são assuntos recentes e possuem poucas publicações que, de fato, orientem a implementação da estratégia relacionando os dois temas. Esta pesquisa define recomendações para o projeto omnichannel no varejo, considerando a experiência do usuário com base nos resultados de uma revisão sistemática da literatura, entrevistas semiestruturadas com gestores de canais omnichannel e avaliação heurística cross-channel (RENZI, 2016) com especialistas em experiência do usuário. A técnica é validada com a aplicação de um Grupo Focal realizado com esses mesmos especialistas. Os principais resultados deste estudo são: a baixa consideração do campo Experiência do Usuário no projeto Omnichannel; a mentalidade dos gestores e stakeholders ainda sob o modelo tradicional “em silos” do varejo que atrapalha e atrasa a implementação do omnichannel; questões financeiras e macro ambientais, as áreas financeiras do varejo precisam ser redesenhadas para atender a demanda de compras físicas e on-line, bem como a legislação, política de taxas e impostos no Brasil. Por fim, as limitações tecnológicas para integração dos canais não conseguem atender as demandas varejistas. Os sistemas de informação atuais não estão preparados para atender essas demandas e estabelecer o potencial do omnichannel.

Ônibus

online

Online launch of "Everyday Acts of design: learning in a time of emergency"
We are delighted to invite you to the online launch of our book "Everyday Acts of design: learning in a time of emergency", which has just been published by Bloomsbury's "Designing in dark times" collection.

ontologia

Ontologia de Notícias: Um modelo para Classificação do Conteúdo dos Jornais ON-Line Brasileiros, Segundo a Lógica da Web Semântica
Este trabalho tem por objetivo propor um modelo de ontologia simples e generalista, capaz de descrever os conceitos mais básicos que permeiam o domínio de conhecimento dos jornais on-line brasileiros não especializados, fundamentado tanto na prática quanto conceitualmente, em conformidade com os princípios da Web Semântica. A partir de uma nova forma de classificação e organização do conteúdo, a ontologia proposta deve ter condições de atender as necessidades comuns de ambas as partes, jornal e leitor, que são, resumidamente, a busca e a recuperação das informações.


Open Esdi: design and (re)existence at Escola Superior de Desenho Industrial
A pesquisa aqui apresentada trata do movimento Esdi Aberta, articulado na Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) em 2017 em decorrência da crise da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A Esdi, pioneira no ensino superior de Design no Brasil, consiste em uma unidade da UERJ, instituição pública e de ensino gratuito financiada pelo Governo do Estado. Em 2017 a universidade sofreu, de modo árduo e inédito, com a ausência de condições mínimas para manter suas atividades regulares devido ao atraso no pagamento de bolsas de estudo e do salário de professores e técnicos, além da subtração de verbas destinadas à manutenção e à infraestrutura. Frente à crise da UERJ – e, portanto, da Esdi – alunos, ex-alunos, professores, técnicos e voluntários se dedicaram a articular modos de manter a escola aberta e ativa. Foram experimentadas alternativas de gestão, ensino e troca de conhecimento ante à instabilidade e aos desafios que surgiam com frequência. Para além de um movimento de resistência, o Esdi Aberta buscava novas formas de existência. Neste trabalho, visa-se não apenas registrar esse momento da escola, mas também provocar questionamentos sobre o que pode ser feito para que seja possível, no Brasil, um futuro do qual a Esdi e o ensino superior público gratuito façam parte.
