
Portuguese tiles in Rio de Janeiro of the eighteenth and nineteenth centuries: a case study of the production phases
Herança de um passado colonial, a azulejaria portuguesa na cidade do Rio de Janeiro possui raros exemplares que datam do século XVII presentes na antiga portaria do Mosteiro de São Bento, entretanto é no XVIII e no XIX que seu uso torna-se mais difundido. Inicialmente utilizada como revestimento decorativo e educativo-religioso em igrejas e con-ventos, no século XIX a azulejaria amplia o seu caráter utilitário, ao ser aplicada em hospitais e principalmente, em fachadas de edificações. É a partir deste novo uso que o azulejo se afirma no Brasil enquanto cultura somada. Os dois gêneros de azulejos aqui representados historiado e de padrão existentes no interior da Igreja Nossa Senhora da Penna e na fachada da edificação à rua Teófilo Otoni, 93 pertencem a diferentes fases históricas de produção: a artesanal e a semi-industrial. Estudar no âmbito do design os aspectos históricos, técnicos, formais e funcionais das fases representativas do azulejo português do XVIII e XIX presentes nestas edificações da arquitetura brasileira é o que este trabalho de dissertação se propõe.


Portugal

porto do rio

Porto Alegre, RS

portfólios

Portfólio

portátil

Portarias, deliberações e regulamentos

Portaria_076_RegulamentoDS.pdf

Portao_Esdi.jpg

Portao_Esdi.jpg

portabilidade

pornografia

porcelana

popularização da ciência

população de rua

pontos cegos

Ponto Final de Ônibus
Este projeto consiste no desenvolvimento de uma estrutura para funcionários e passageiros que utilizam os pontos finais de ônibus do Rio de Janeiro, com o objetivo de humanizar as condições impostas nos locais finais e iniciais de embarque e desembarque. A pesquisa para o projeto foi realizada em duas etapas: a primeira foi feita em campo com o objetivo de identificar as principais necessidades da população que utiliza o transporte público, através de entrevistas com funcionários e passageiros, também houve a observação estrutural e funcional do sistema de ônibus para poder identificar suas principais falhas e possibilidades para a melhora através do projeto. A segunda etapa foi a análise dos resultados da primeira etapa com os temas mais recorrentes na pesquisa para definir o foco do projeto.

Ponto Final

ponto de vista

Polyana de Castro Barba

poluição

poltrona
