--gray-1
--gray-2
--gray-3
--gray-4
--gray-5
--red-1
--red-2
--red-3
--red-4
--red-5
--yellow-1
--yellow-2
--yellow-3
--yellow-4
--yellow-5
--green-1
--green-2
--green-3
--green-4
--green-5
--blue-1
--blue-2
--blue-3
--blue-4
--blue-5
--purple-1
--purple-2
--purple-3
--purple-4
--purple-5

Alan Felismino

Possui graduação em Engenharia de Produção pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2011 - 2014). Realizou Iniciação Científica sobre Empreendedorismo, Planos e Modelos de Negócios para Inovação sob a orientação do professor Doutor André Ribeiro (2013 - 2014). Através da Iniciação participou do Núcleo de Apoio a Gestão da Inovação (NAGI - USP). Obteve grau de Mestre em Design (ESDI - Uerj) sob orientação do Professor Fernando Secomandi e coorientação do Professor André Ribeiro (2018). Tem experiência na área de Inovação e Modelos de Negócios para plataformas digitais de serviço utilizando o Modelo Canvas e a abordagem do Design Thinking para construir e apresentar um novo quadro conceitual de Modelo de Negócio. Trabalhou também com Metodologia ágil Scrum para startups e modelagem em processos de negócios (Notação ARIS) para Incubadoras de Base Tecnológicas. Atuou na criação de processo de serviços de musculação e bar utilizando o diagrama PCN a partir de uma análise de características e co-criação dos provedores e usuários.

Projetos
PPDESDI Mestrado

Design de serviços: um estudo sobre inovação em características e competências de processos para cocriação de valor

O setor de serviços tem causado impacto positivo na economia dos países nos últimos anos. Esse fato vem aumentando a importância de disciplinas como o Design de Serviços, que favorecem a tomada de decisões mais acertadas sob o ponto de vista do provedor e do consumidor de um serviço. Esta pesquisa tem uma abordagem técnica no Design de Serviços através da proposição de uma metodologia que aborda os conceitos de fluxogramas de processos e inovação de serviços pelo ponto de vista da área econômica. Inicialmente foram escolhidos os fundamentos teóricos que entendem os serviços por meio de uma representação visual de uma sequência complexa de eventos coproduzidos entre consumidor e provedor. Através dessa revisão teórica, percebeu-se que o digrama PCN de Sampson (2015) é um dos mais recentes avanços na área de fluxogramas para serviços. Em seguida, na literatura de inovação em serviços, encontrou-se um modelo, proposto por Gallouj & Weinstein (1997), baseado em características e competências de um serviço, ditas como relevantes para produzir melhorias para qualquer serviço. Percebeu-se, então, que os modelos podem ser complementares sob o ponto de vista da inovação gerada, não nascendo somente pela alteração de atividades já mapeadas, mas também pelos recursos físicos e tácitos inerentes ao processo executados ao longo do serviço. Com isso, através de uma pesquisa qualitativa, é proposta uma metodologia baseada nas teorias citadas e posta em prática em dois estudos empíricos em organizações distintas: uma academia de musculação e um bar-restaurante. Conclui-se que a metodologia simplifica a complexidade cognitiva de um processo e reduz ao máximo as lacunas entre o trabalho real e o trabalho planejado executado, integrando as visões das partes interessadas e ressaltando o impacto que o conjunto de características de um processo têm sobre a estrutura e expressão das atividades que constituem um serviço.

13 jun 2018
Alan Felismino