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O curso de Design da Esdi foi concebido na virada dos anos 1950-60 a partir do modelo da HfG-Ulm (Hochschule für Gestaltung Ulm), escola alemã fundada nos anos 1950 e que buscou rever os ideais da Bauhaus sob a perspectiva da sociedade decididamente industrial do pós-guerra.

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PPDESDI Mestrado

Contribuições do Design para promoção da Saúde na FIOCRUZ através da Divulgação e Popularização da Científica

A dissertação pretende investigar a interseção entre Design, Divulgação Científica e Saúde e explora como a popularização da ciência pode ser aprimorada por meio de técnicas do Design. Mais especificamente, pretende mapear as práticas e desafios da elaboração de Divulgação Científica na área da saúde no contexto da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para desenvolver diretrizes de elaboração de materiais de Divulgação Científica em saúde para a instituição. Em novembro de 2002, no “IV Congresso Interno da Fiocruz: Ciência, Tecnologia e Inovação para a melhoria da qualidade de vida”, foi evidenciada a importância da circulação e fomento da ciência. Nesse congresso, foi estabelecido como uma das teses centrais da Fiocruz que a Divulgação Científica é um campo integrador do fazer científico. A partir disso, torna-se de responsabilidade social da instituição a elaboração de materiais e ambientes que permitam à população brasileira participar de forma mais democrática e cidadã dos debates que envolvem a Ciência e Tecnologia (C&T) (Fundação Oswaldo Cruz, 2021). Segundo Sarita Albagli (1996), a Divulgação Científica caracteriza-se como o emprego de métodos e ferramentas para traduzir um conhecimento técnico em linguagem acessível, visando alcançar uma audiência vasta e variada. Os propósitos de se desenvolver um projeto de Divulgação Científica são de: educacional, cívica e mobilização popular (Albagli, 1996). Dessa forma, é desenvolvida uma investigação nas bases teóricas da instituição e entrevistas semiestruturadas com seus trabalhadores, sendo designers e profissionais de outras formações que atuam como divulgadores da ciência. Assim, a dissertação enfatiza o papel do Design na promoção da Saúde Pública e na comunicação de conhecimentos científicos de forma clara e acessível. A pesquisa propõe reflexões sobre as práticas de comunicação que podem ser adotadas para enfrentar desafios na área da saúde.

15 abr 2025
Raquel Leal Cunha Cruz Pereira
PPDESDI Mestrado

Autenticidade Padronizada? A Produção de Subjetividade do Designer em Meio aos Discursos Estéticos no Instagram

Este trabalho investiga como a produção de subjetividade e o consumo estético no Instagram são moldados pelas dinâmicas do neoliberalismo contemporâneo, destacando o papel central da parceria entre design e branding na padronização de discursos e estéticas. Fundamentado teoricamente na Arqueologia do Saber e na Genealogia do Poder de Michel Foucault, o estudo explora o discurso de autenticidade e como ele opera enquanto ferramenta de normatização visual, reforçando padrões hegemônicos alinhados à lógica neoliberal que detém valores como intangibilidade, exclusividade e estética no centro. A análise tem como objeto de pesquisa principal o perfil de Instagram @coolmmerce, revelando as estruturas discursivas que sustentam essa hegemonia e os elementos que asseguram sua disseminação como estratégia de mercado, levando à hiperestetização do cotidiano, marcada pela valorização de aspectos intangíveis e pela criação de experiências intensamente visualizadas e performáticas. Procura-se assim compreender as condições históricas e culturais que permitiram a emergência de tais dinâmicas, desde a virada gestorial neoliberal até o capitalismo transestético, ressaltando o papel do saber padronizado como discurso de autoridade. A conclusão reflete sobre as implicações dessas dinâmicas na criação e reprodução cega de subjetividades por parte dos designers, questionando os limites entre autenticidade e controle no ambiente digital e no cotidiano.

10 abr 2025
Bianca Domingues de Matos
Graduação Design

Histórias da Guerrilha - Visualização de Dados em Memória das Vidas Perdidas Durante a Ditadura Civil-Militar Brasileira

Este trabalho apresenta um projeto de Humanidades Digitais integrado à Visualização de Dados, focado em dar visibilidade a histórias silenciadas de vítimas da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985). O trabalho tem como objetivo traduzir o conteúdo do Volume III do Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), que lista 434 pessoas mortas ou desaparecidas, em uma experiência acessível, legível e intuitiva para o público. 

A metodologia envolveu o tratamento e a estruturação dos dados do relatório da CNV para converter o texto em bases de dados estruturadas com os seguintes dados: nome, sexo, filiação. atuação profissional, organização política, tipo de morte, data e local (cidade, estado e região) de nascimento, data e local (cidade, estado e região) da morte. Esse processo permitiu o agrupamento das 434 vítimas em uma visualização de dados exploratória e interativa. Além disso, foi desenvolvido um protótipo de site com os perfis das vítimas, onde é possível ler as suas histórias de vida, ver suas fotos e encontrar hiperlinks para aprofundar nas suas histórias. 

O protótipo foi apresentado a dois professores que participaram da CNV e a um especialista em visualização de dados. Todos demonstraram interesse e engajamento, validando a pesquisa e confirmando tanto a eficácia da navegação quanto a clareza da narrativa proposta. 

2025
Maria Eduarda Rocha
PPDESDI Doutorado

Livro, o fruto da feira: materialidade e cultura da impressão entre publicadores independentes

Este trabalho busca analisar, a partir da materialidade gráfica dos livros, o fenômeno recente da produção editorial de publicadores independentes contemporâneos, tendo como ponto de partida o circuito de feiras. A pesquisa filia-se às discussões acerca da cultura impressão tendo como base os estudos em memória gráfica. De modo empírico, observa-se um aumento nessa estratégia de circulação e algumas particularidades desse tipo de produção em termos de design. Por meio de uma pesquisa bibliográfica, discute-se a composição e caracterização de agentes e práticas do campo editorial independente no Brasil, bem como as relações entre o design e a experimentação gráfica na produção nacional recente. Por meio de uma pesquisa de campo, elege-se a Feira Miolo(s) nas edições de 2022 (São Paulo e Olinda) e 2023 (São Paulo) como espaço para experiência da observação participante. Dessa forma, constitui-se duas bases de análise documental: primeiramente, a avaliação dos dados da catalogação dos livros da coleção Feira Miolo(s) que fazem parte da Biblioteca Mário de Andrade e, posteriormente, a constituição de uma coleção autoral curada especificamente para esta pesquisa a partir de expositores da Feira. A análise realça a variedade de tecnologias de impressão, acabamentos, uso de cores especiais, suportes inventivos e técnicas de encadernação que fazem parte do corpus de análise, caracterizando as especificações técnicas da produção independente em comparação àquelas produzidas na realização do livro comercial. Esses livros e produtores resgatam o espírito renascentista da imprensa aldina, expressa pelo aforismo Festina lente por meio: 1) de práticas de edição, alicerçadas na autonomia editorial, 2) do apelo e da experiência nas oficinas, expressa por meio de um honroso senso de orgulho pela produção, e 3) por meio das práticas de comercialização, em especial, a partir das feiras.

13 ago 2024
Tarcísio Bezerra Martins Filho
PPDESDI Mestrado

Ecochefs e o caminho da comida: um lugar estratégico para cozinheiros profissionais na cadeia de valor do alimento

O presente trabalho tem como objetivo demonstrar a importância dos cozinheiros como conectores entre a produção e o consumo, além de sugerir a qualificação de cozinheiros para ações, projetos e programas de sustentabilidade na cadeia de valor dos alimentos. O trabalho sugere novos papéis estratégicos para estes profissionais, onde haja a valorização dos agricultores, pescadores e extrativistas familiares no que tange a promoção dos alimentos locais que compõem a sociobiodiversidade de diversas regiões do Brasil. A necessidade foi identificada ao longo da trajetória de quatro décadas da autora como chef de cozinha e empreendedora social à frente de seu restaurante O Navegador e da organização do terceiro setor Instituto Maniva, fundada por ela, decorrente das ações e programas desenvolvidos com outros chefs- os Ecochefs - nas áreas da educação alimentar para crianças, produção audiovisual, oficinas de culinária e participação por cinco anos nas feiras orgânicas da cidade do Rio de Janeiro. A aproximação com grupos de agricultores familiares, ocorrida durante este período, serviu para promover a visibilidade e comercialização dos produtos decorrentes deste trabalho e para criar uma rede de relacionamento que se fez constar nos inúmeros eventos e projetos onde ambos os atores, Ecochefs e agricultores, estiveram presentes. Partindo do relato pessoal, o trabalho de reconstituição desta trajetória trouxe à luz a influência do pensamento sistêmico adquirido na formação anterior da autora como designer e evidenciou a importância desta perspectiva epistemológica para que seja pensado o sistema alimentar, em especial questões relacionadas ao equilíbrio entre oferta e demanda de alimentos. Este fator está presente atualmente nas pautas das discussões das agendas mundiais sobre a crise climática e mostra a necessidade de buscarmos uma nova forma de consumo, que traga resiliência para o meio ambiente. A pesquisa sugere uma mudança no escopo do que é ensinado nos cursos ligados à produção de alimentos no país e faz uma reflexão sobre as necessidades de atualização de chefs, merendeiras, professores de culinária e cozinheiros institucionais e nutricionistas quanto aos aspectos críticos do sistema alimentar que resultam do fluxo e logística no caminho da comida. O trabalho enfatiza a existência de novos setores públicos onde a exigência legal é de aquisição de percentual de alimentos regionais e preferencialmente orgânicos para a confecção de refeições e onde a conscientização das questões abordadas no curso de Ecogastronomia, sugerido no último capítulo, o que será relevante para a criação e execução de seus pratos.

31 jul 2024
Maria Teresa Corção Braga

Histórias

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