--gray-1
--gray-2
--gray-3
--gray-4
--gray-5
--red-1
--red-2
--red-3
--red-4
--red-5
--yellow-1
--yellow-2
--yellow-3
--yellow-4
--yellow-5
--green-1
--green-2
--green-3
--green-4
--green-5
--blue-1
--blue-2
--blue-3
--blue-4
--blue-5
--purple-1
--purple-2
--purple-3
--purple-4
--purple-5

Daniel B. Portugal

Possui Doutorado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com estágio sanduíche na Nottingham Trent University (Inglaterra), Mestrado em Comunicação e Práticas de Consumo pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP) e Graduação em Design Gráfico pela UFRJ. Atua como professor adjunto da Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (ESDI/UERJ). É co-autor do livro Existe design? (2ab, 2013) e co-coordenador do site Não Obstante.

Interesses de pesquisa

Design e filosofia, teoria do design, comunicação, design e ficção. Suas pesquisas investigam o mundo projetado sem separar o pensar do fazer, entendendo que os dois são "ficções", isto é, desdobramentos de um processo produtivo infundado e sem fundo.

Bibliografia fundamental

1. LATOUR, B. Diante de Gaia. São Paulo: Ubu e Ateliê de Humanidades, 2020.
2. LATOUR, B. Sobre o culto moderno dos deuses fatiches. São Paulo: Editora Unesp, 2021.
3. FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
4. FEYERABEND, P. Notas sobre o relativismo. In: ____. Adeus à razão. São Paulo: Editora Unesp, 2010.
5. YANEVA, A. Latour for Architects. London /New York: Routledge, 2022.

Orientador / Co-orientador
PPDESDI Mestrado

O design na obra de Enrique Dussel

Neste trabalho, buscamos partilhar reflexões com aqueles que têm refletido o design baseado em cosmovisões e saberes múltiplos, desde a América Latina. Compartilhamos com eles questões como: é possível ‘reorientar’ o design para a superação das crises ecológicas e sociais? É possível projetar desde outros marcos interpretativos e experiências de mundo diversas? Esses questionamentos se somam a de pesquisadores e praticantes de design que têm refletido sobre as consequências das práticas da disciplina e buscado novos modelos de atuação para ela (DUNNE, RABBY, 2013; MALPASS, 2013), como o design para transição (IRWIN et al., 2015), design justice (COSTANZA-CHOCK, 2020), os enfoques ontológicos do design (WINOGRAD e FLORES, 1989; FRY, 2013; ESCOBAR, 2016), dentre outros. No contexto latino-americano, a busca por novos paradigmas de atuação da disciplina tem sido realizada (dentre outros) com o suporte dos estudos decoloniais, que propõem revisões da constituição histórica da modernidade no continente (QUINTERO et al., 2019), por meio da reflexão continuada sobre a realidade cultural e política latino-americana (ESCOBAR, 2005). As interfaces entre os estudos decoloniais e o campo do design têm crescido nos últimos anos, atraindo interesses de ambos os lados (AKAMA et al., 2019). O resultado disso é um conjunto heterogêneo de reflexões que apontam para deslocamentos e novas formulações sobre o campo. Buscamos, nesta dissertação, ampliar esta interface, por meio da sistematização e discussão do tema na obra de Enrique Dussel. O filósofo argentino-mexicano, que é uma peça-chave do denominado giro decolonial (decolonial turn), produziu, entre as décadas de 70 e 90, profícuas reflexões quanto à disciplina ‒ que abrange desde os seus fundamentos filosóficos e se estende às discussões quanto a uma política latino-americana para a disciplina. Apesar da riqueza de suas contribuições, elas permanecem relativamente desconhecidas do público em geral e, em particular, pelo nosso campo. Com isso, oferecemos um conjunto de elementos teóricos e conceituais que auxiliam os pesquisadores e interessados em design a localizá-lo no horizonte dos estudos decoloniais. De outro modo, esperamos traçar, um panorama geral das contribuições do pensamento crítico latino-americano que auxiliem o design a se configurar como instrumento crítico nos quadros disciplinares, científicos e sociais contemporâneos.

20 jan 2023
Bruno Ribeiro do Nascimento
Graduação Design

[Estigma]: atributos físicos e comportamentais em comunidades homoafetivas

O objetivo desde projeto é observar e discutir formas contemporâneas de estigmatização ligadas a padrões corporais, comportamentais e sexuais, com base nos estudos teóricos de Erving Goffman. O foco deste trabalho são os indivíduos homoafetivos que se encontram fora dos padrões estéticos e comportamentais disseminados na comunidade homoafetiva carioca, padrões presentes em toda a sociedade. Tais observações e discussões resultaram em uma aplicativo/jogo digital que parte das percepções e narrativas do público estudado, e as reverbera em novos espaços.

2016
Gabriel da Silva Cardoso
PPDESDI Mestrado

Bope como projeto: design, guerra e cidade

O Batalhão de Operações Especiais (Bope) é um ator na guerra urbana do Rio de Janeiro, geralmente entendida como “guerra ao narcotráfico” ou “combate ao crime organizado”. Trata-se de uma unidade da Polícia Militar especializada em operações consideradas de alto risco. O Bope ganhou visibilidade por eventos como as caçadas televisionadas a traficantes, execuções dentro de comunidades, ocupações e resgates. Esta pesquisa tem como objetivo investigar esse grupo como um projeto, algo que pode ser entendido como processual e indeterminado. Utilizaremos a Teoria ator-rede e o design ontológico como ferramentas teóricas para analisar sua ação como relacional e em rede. Ao dar ênfase à sua formação como grupo e aos seres não-humanos que o compõem, esperamos com esta pesquisa aprofundar o entendimento sobre sua ação controversa. Serão investigados sua identidade visual, suas mídias sociais, o filme Tropa de Elite de 2007, e as polêmicas envolvendo seus armamentos. 

Laura Gadelha e Silva
PPDESDI Mestrado

Design ontológico e a guerra urbana carioca

Laura Gadelha e Silva
PPDESDI Mestrado

Os valores do trabalho manual: passado e presente

Gabriela De Laurentis